Igor Medeiros

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Três razões para você não julgar os outros

Não julgar

Você sabe por que não julgar os outros é muito importante?

Certa vez, trabalhei com uma executiva que apresentava um comportamento que me causava repulsa:

Ela usava as pessoas, iludia, fazia os outros acharem que ia receber algo. E no fim, só parecia mesmo estar preocupada com conseguir seus interesses.

Algum tempo depois, me peguei tendo o mesmo comportamento com outras pessoas que trabalhavam comigo.

Isso já te aconteceu?

Levou um tempo para eu entender que julgar alguém só promove malefícios para quem o faz. E nessa jornada da vida, que tanto queremos expandir a consciência, evoluir como pessoa e sermos melhores que antes, este é mesmo um comportamento questionável.

Por isso, talvez você queira saber porque de fato julgar, pode atrasar o seu desenvolvimento interior.

Vou apresentar para você agora, apenas três razões para cultivar verdadeiramente o estilo de vida com mínimo de julgamento possível:

1 — Redução da Reputação Social

Ao julgar, a pessoa passa a ser menos confiável, passando a percepção de uma alma com pouca iluminação, sendo visto pelos mais analíticos como alguém capaz de fazer o mesmo a qualquer um.

2 — Você se torna aquilo que julga.

Isso porque nossa (mente) subconsciente é dedicada apenas a executar rotinas, como respirar, digerir alimento ou a funcionalidade de qualquer órgão do corpo, sem nem precisar pensar.

Você se torna aquilo que julga

Fascinantemente, a parte da nossa mente que valida as informações, é a consciente, que acaba promovendo algo para o subconsciente, pela repetição da informação, presente quando as guardas dessa guardiã está baixa, geralmente quando estamos adormecendo.

É como a criação de um hábito, se mesmo que não goste de brócolis e comer por 30 dias seguidos, provavelmente vai até gostar. Por causa do mecanismo automático do pensamento já enraizado na mente subconsciente, pela repetição de pensamentos.

Da mesma forma, os pensamentos frequentes, gerados ao julgar comportamentos que condenamos, são promovidos à mente subconsciente. Ele não valida o alvo, ele só tem influência sobre você.

Quando julgamos uma pessoa como invejosa frequentemente, por exemplo, nossa (mente) subconsciente recebe essa ordem como: “invejoso? OK! Sendo invejoso agora”.

3 — Resistência ao fluxo energético do bem-estar.

O ato de julgar pode estimular a resistência da energia que está sempre tentando envolver a sua alma, o bem-estar. Isso afeta em média em três pessoas ao mesmo tempo: a que julgou, a que ouviu e que foi alvo de julgamento.

Agora, você provavelmente pode estar pensando em viver de uma maneira melhor, que beneficiará você e todos aqueles com quem você convive.

Não julgar é difícil e ninguém está totalmente livre desse hábito, somos todos, seres errantes, em desenvolvimento aqui nesse plano terrestre.

Por isso, procure praticar o mindfulness (ou atenção plena) por menos alguns minutos por dia. Se você tem dificuldade para meditar, pode procurar algumas meditações induzidas e apenas seguir as orientações do condutor.

Boa prática e lembre-se sempre: você tem o direito divino de viver em paz e ser feliz.

Leia Também – Reclamar ou Agradecer?

Um abraço,
Igor Medeiros

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Autor e palestrante no Instituto Poderosamente
Igor Medeiros é palestrante internacional (Brasil e Japão) especialista no tema superação pelo Instituto Poderosamente. Colunista de diversos portais conhecidos, é infoprodutor de cursos online, ativo em convenções empresarias.